• Yuri Ribeiro

Sem metas para um novo ano. O que vier, virá porque terá que vir!





Esse vai ser o primeiro ano que irei começar sem planejar nenhuma meta. Estranho? Para o meu “eu” de alguns anos atrás, que sempre foi de traçar cada passo dado, também! Acho que não poderia ser diferente depois de um ano que me subtraiu planos e a vontade de fazê-los.


Comecei esse ano que, enfim está terminando, com um pé atrás. Depois de um 2019 avassalador, na virada para 2020, me poupei de criar expectativas. Não queria continuar me frustrando por conta de alguns planos que, de forma abrupta, interromperam alguns outros.


Mas, ainda sim, quis arriscar (claro, ariano pé no chão e determinado) e, na época, tracei algumas pequenas novas metas pro ano que estava começando. Plannner novo, agenda nova, tudo certinho. Nada a longo prazo, claro, mas que me aliviariam substancialmente do baque do ano anterior.


Eis que me surge 2020. Três planos para o novo ano foram realizados logo de cara. Opa! Agora vai. No terceiro mês, minha listinha já continha mais check do que o previsto – estava orgulhoso. Porém, veio o baque. Pronto, não passou dali. Veio o quarto mês, crises de ansiedade. Veio o quinto mês, sensação de impotência. Veio o sexto mês, frustração. Eu me vi de mãos atadas diante dos planos que me fiz lá no comecinho.


Do meio do ano em diante (e depois de algumas terapias online) eu simplesmente me dei conta que: estava fora do meu controle a possibilidade de realizar alguns planos. Me agarrei a essa certeza para aliviar o peso da autocobrança. Não ia adiantar, estava eu e meus esforços de um lado e do outro um futuro completamente incerto e colocado nas mãos de outras pessoas e, claro, de uma pandemia.


Me caiu a ficha. Não damos as regras do jogo da vida.


2020 foi o ano para dá uma sacudida na gente. Veio com um: “Ei, quem tu pensa que é? Pera aí, você não tá no controle de tudo não. Aliás, para que essa pressa toda, mesmo? Calma lá!”


A gente vinha em um ritmo tão frenético, que acabamos nos cegando para muita coisa. Além de mostrar que não estamos no controle, o ano exigiu uma pausa e levou a gente a fazer uma peneira da vida, nos fazendo valorizar mais o que já temos e abrindo uma luz sobre o que e quem de fato importa. E por isso que, na verdade, temos muito o que agradecer a esse ano.




Cresci, amadureci, conquistei, mudei, realizei, vivi, chorei, sorri, amei. No fim das contas, sem ressentimento, ok 2020? No balanço geral, você até que foi generoso. É que pra chegarmos a novos e bons tempos, precisamos atravessar uma tempestade, não é mesmo? Você me fez entender que não posso abraçar o mundo com as pernas, que não tenho o controle de tudo e que nessa trajetória da vida eu devo me apegar ao que é essencial (o mantra do leve só o que for leve segue valendo).


Eu continuo aqui com meus sonhos e metas. Não desisti. Mas decidi, por hora, simplesmente esperar um pouco antes dos próximos passos. Aguardar pelas surpresas da vida e, claro pela vacina (ao contrário de uma galera aí, eu já tô cm a roupa de ir!). Logo logo teremos um futuro mais certo para poder sonhar e um planner novo cheio de novas metas.

Coleção “Refúgio” traz proximidade com o orgânico da natureza



Buscando o caminho ao que considera refúgio, a marca piauiense Pamellas & Himmel lança sua nova coleção propondo a renovação das energias e desejos de bons tempos a vista. No seu verão, intitulado “Refúgio”, a esperança de um mundo melhor e a necessidade de mudança são propostos através de uma conexão com a natureza.


As peças da nova coleção da Pamellas e Himmel trazem proximidade com o orgânico da natureza. O design simples e acessível vai de encontro a multiplicidade de corpos e belezas que a marca já abraça. A escolha de tecidos, numa cartela que varia de linho a viscose com algodões e malhas frescas, são uma escolha de acordo com clima do verão;



"Ao olhar para uma sociedade fragilizada, entendemos que o consumo seria repensado, e para uma marca que lida com grandes quantidades, isso significa repensar seu posicionamento ou comunicação, para isso, buscamos pesquisar a relação das pessoas com a natureza, e como elas tem sido afetadas por isso, chegamos numa imagem de conexão com pequenos espaços naturais, esses espaços designados e construídos pelo Ayrton Souza, refletem um pouco da nossa flora”, explica Danton Brando, stylist da marca e responsável pela direção de arte da campanha.


Inspirada pelo espírito de alegria e esperança, a marca apresenta uma cartela de tonalidades vibrantes como flamingo, laranjas, verdes, amarelos. O jeans, uma das expertises da Pamellas e Himmel, surge com maiores porcentagens de algodão para oferecer conforto nas altas temperaturas.



Pamellas e Himmel está no mercado desde 2006, atuando no atacado com frentes em jeans e ready to wear. A identidade da marca está baseada nas mulheres e na cultura local piauiense, seguindo tendências que acrescentem o seu propósito, ligado tanto no desenvolvimento da autonomia feminina a partir da revenda quanto na possibilidade de ter uma roupa atemporal, a marca desenvolve um trabalho de imagem atual e paralelo aos acontecimentos da moda global.


Ficha técnica:

Fotógrafo: Leo Jordan Direção de arte e Styling: Danton Brando Assistente styling: Pérola Negra Beauty: Werneck Jr Cenografia: Ayrton Souza Modelos: Emanuelle Dantas E Gabriela Borges

Feira online reúne estandes de grandes confecções, desfiles e conteúdos variados gratuitos para quem curte moda


A Brasil Digital Fashion Week acontece de 21 a 25 de setembro em formato virtual e se destaca como a primeira plataforma de evento de moda online nacional que reúne negócios, desfiles e conteúdos. Durante os cinco dias de programação, grandes marcas nacionais de moda apresentam suas coleções em estandes exclusivos, por meio de fotos e vídeos, além de interação via chatbots, para varejistas do país, que conseguem acessar os showrooms com cadastro prévio no site www.bdfw.com.br. Já o público em geral poderá conferir os desfiles e também os conteúdos de entrevistas, painéis e palestras, de forma totalmente gratuita.


Entre as marcas confirmadas no line up da BDFW estão nomes de peso como a SClub – do grupo Skazi, Victor Dzenk; Claudia Marisguia Bijoux, Frutacor, Maracujá, Thays Temponi, 613, Marcia Morais, Elizabeth Marques, Cleo, Decote, SIS, Cerra D'Ouro, Desirèe, Rogério Costa, Push Pull, Lazara Design, Strass, Fantástica Fábrica Ateliê, Regina Salomão, Lume, Eliane Matos, Condotti, M.Rodarte, S&B e Lore.



A área de conteúdo contará com nomes de peso em cinco trilhas temáticas: Transformação Digital, Negócios de Moda, Mercado, Beleza e Bem Estar e Sustentabilidade. Nomes como o consultor de mercado de luxo, Carlos Ferreirinha estão confirmados na programação ao longo da semana, em formatos de vídeos previamente gravados a distância, respeitando todas as normas de segurança e prevenção à covid-19.


Uma das maiores preocupações da Brasil Digital Fashion Week além da geração de negócios entre as marcas e lojistas é a digitalização de operações de moda pelo país. Dados do IEMI – Inteligência de Mercado apontavam que até o começo do ano de 2020, cerca de 90% dos pequenos negócios não tinham presença digital no país. “Sendo assim, não adiantava nada promover um evento virtual onde o atacadista pudesse vender ao varejista, se esse não tivesse como acessar o seu público final. Então desde a concepção da BDFW entendemos a necessidade de trazer profissionais da área de tecnologia para ajudar a esses pequenos empresários a iniciar ou potencializar a digitalização de suas lojas e consequentemente fomentar a promoção de negócios entre eles e sua clientela na ponta”, conta Rodrigo Cezário, um dos idealizadores da feira virtual.


Além do SEBRAE, a BDFW conta com o apoio da AtacadoWeb, CDL, Assintecal, Atitude Inteligência, Sindijoias Ajomig, Sindivest MG, Sindicalçados MG, Sindibolsas MG, Federaminas, Henrique Gualtieri, Álvaro Fráguas, Conexão Moda, Instituto Amem e Frente da Moda Mineira.

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